segunda-feira, 13 de maio de 2013

Por falta de gás, servidores e pacientes do Hospital das Clínicas ficam sem almoço



Luciano Tavares – da redação  de ac24horas
lucianotavares.acre@gmail.com
Por falta de gás de cozinha, pacientes e servidores do Hospital das Clínicas do Acre ficaram sem almoçar nesta segunda-feira.
“Nunca tinha acontecido isso aqui. Faltou gás e a gente não vai comer. Tá todo mundo sem almoçar. Até os pacientes”, diz um servidor da unidade que pede para não ter seu nome revelado.
O superintendente do Hospital das Clínicas, Carlos Eduardo, disse que o problema foi o fornecimento da quantidade de botijas.
“O problema foi o fornecedor. A gente emite o pedido de oito botijas. O pedido foi feito na semana passada só que ele só tinha cinco. Mas já vai repor. Só que vai demorar umas duas horas, mas ninguém vai ficar sem almoço”, disse Carlos Eduardo.
FORTE.ac24horas.com

Máfia das licitações tenta controlar obra bilionária do maior programa de habitação do Acre

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O G-7, grupo de empreiteiros e secretários de estado acusado pela Polícia Federal de fraudar licitações e desviar R$ 4 milhões do programa Ruas do Povo, tinha como alvo cartelizar os processos de licitação das obras da Cidade do Povo, o maior programa habitacional do governo do Acre. A Polícia Federal ainda investiga o caso, mas a justiça já determinou a prisão de 15 no Acre.
O mega-conjunto habitacional com mais de 10 mil unidades, localizado na BR-364, KM-05, sentido Rio Branco/Porto Velho, será construído com recursos federais do  Minha Casa, Minha Vida, no valor de 1,1 bilhão.
A ordem de serviços das obras foi assinada no dia 18 de março pelo governador Sebastião Viana, com honrarias para o já famoso G-7. Os empresários envolvidos na suposta máfia posaram para as câmeras, perfilados em frente ao palanque das autoridades. E foi o secretário de obras, Wolvenar Camargo, preso entre os 15, na sexta-feira passada pela Polícia Federal, o responsável na solenidade por explicar detalhes da Cidade do Povo. Com autoridade de coordenador, Wolvenar teria poderes de abrir e fechar as portas para empresas nos processos de licitação do mega-empreendimento.
Treze empreiteiras são responsáveis por construir a primeira fase da obra, que compreende 3.348 unidades. Entre os empresários estão os integrantes do chamado G-7. Eles, segundo relatório da Policia Federal, pretendiam incluir mais duas empresas no esquema do cartel e se tornar o G-9.
As investigações realizadas pela Polícia Federal, desde 2011, também comprovaram que as empresas Engecal, Eleacre e Albuquerque Engenharia pretendiam lucrar R$ 600 mil, com a diminuição de meio metro quadrado nas casas da Cidade do Povo. A denúncia foi veiculada neste domingo em  reportagem de ac24horas.
O modelo de fraude seria semelhante ao do Ruas do Povo: o dinheiro é liberado para construir o acesso, mas a obra não sai do papel. No caso das unidades, o valor seria pago, mas as casas não seriam construídas como pede o projeto original.
ac24horas, também denunciou dois meses antes da assinatura do contrato para a construção das casas da Cidade do Povo a ligação suspeita entre o governo do Acre com o grupo de empresas que havia vencido a licitação.
A reportagem do 11 de janeiro deste ano, intitulada “A Panelinha de Sebastião , mostrou que as empresas que vão construir o mega-empreendimento são as mesas que financiam as campanhas para governador e prefeito do PT, partido que governa o Acre há 14 anos.
Coincidência ou não, a nota informativa divulgando os vencedores da licitação é assinada pelo então secretário de habitação, Aurélio Cruz, que está entre os presos pela Polícia Federal.
Algumas das empresas que foram desclassificadas, naquele processo licitatório, informado no dia 07 de janeiro, foram incluídas numa segunda chamada. É o caso da Eleacre, de João Salomão, e da Construterra, da família de Carlos Sasay. Os dois também foram presos pela PF. Salomão é ex-presidente da Fieac e Sasay atual presidente da Federação das Indústrias do Acre.
Atraídos pela gula
Na chamada 5126167 do processo de investigação da Polícia Federal, o empresário Vladimir Tomás conversa com João Braga (empresa Albuquerque) e fica sabendo que o alvo (GRAVAÇÕES AUTORIZADA) Salomão havia se habilitado para uma quadra, contrariando o que haviam acordado, e que Carlão (Carlos Sasai) faria uma reunião para conversarem sobre este assunto.
O áudio da conversa telefônica interceptada pela PF trata da construção da casas populares na Cidade do Povo que serão executadas em conluio (expressão usada pela PF) pelas empresas.
A reunião citada nas chamadas acima ocorreu no dia 03 de janeiro deste ano, e pelo diálogo contou com a participação de Carlos Sasai, Jorge Wanderlau Tomás, Nilton, Keite e Salomão, conforme se pode perceber através das chamadas. “Inclusive no índice 5128941 o alvo Vladimir diz que não pode atender o telefone por estar na reunião, cujo tema tratou do Cidade do Povo, diz o relatório da Policia Federal encaminhado à justiça.
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TRANSCRIÇÃO:
VLADIMIR: Alô
JOÃO: Alô
VLADIMIR: Oi João .. tudo bem?
JOÃO: Fala mano Vladimir..
VLADIMIR: Como foi de entrada de ano?
JOÃO: Rapaz..eu virei rei fiquei legal…né.. passei os últimos três dias no trono cara….peguei essa infecção.. virose estomacal..meu amigo fiquei mal três dias..
VLADIMIR: gastrointerite-viral..
JOÃO: Negócio desse..essa “porra aí mesmo”..
VLADIMIR: Meu filho teve um princípio também disso..
JOÃO: Meu amigo eu demoli.. afinei rapidinho..48 horas eu já estava show de bola..rs..
VLADIMIR: O ruim é que você está com a saúde sempre em dia né..
JOÃO: Eu tinha tudo programado..uma série de coisa e tal.. é assim mesmo…não reclamo de nada não..Deus sabe o que faz.. o que importa é que já estou legal já.. já estou trabalhando.. já estou na guerra.. Já fui lá a tarde. Já assinei os nossos negócios lá.
VLADIMIR: É, então, teve uma reunião lá hoje. Foi chamado todo mundo ou só alguns?
JOÃO BRAGA: Na verdade não foi reunião não. Era só pra gente assiná lá as coisas mesmo
VLADIMIR: A ata
JOÃO BRAGA: Era a ata só
VLADIMIR: E aí, qual o próximo passo?
JOÃO BRAGA: Não e, agora a gente foi aprovado né… tal… que essa ata lá é aquela ata de aprovação e quem, quem foi aprovado e tal. Aí ficou assim, eu até estranhei né, mas tudo bem, pra mim tá valendo. Porque o SALOMÃO findou se habilitando, não sei se através do Banco do Brasil e tal. ele se habilitô em uma quadra.
VLADIMIR: Em uma quadra?
JOÃO BRAGA: Em uma quadra. Aí a nossa ficou a… sim, mas se bem que vai ficá tudo junto
né. Tem que vê como é que vai sê isso né.
VLADIMIR: É, as vezes ele testou lá, e testou pelo Banco do Brasil.
JOÃO BRAGA: Eu não sei cumé, eu não perguntei dele como foi que ele fez não, porque não era isso que tava acordado né, mas…
VLADIMIR: Exatamente, tem que vê também. As vezes ele só fez pra testar, se ele vai querer. Tem que ver isso também. Tem que sentá pra defini isso amanhã né.
JOÃO BRAGA: Pois é, então, e amanhã, nos vamo tê, acho que vamo comunica uma reunião… é 4 hora da tarde. O CARLÃO (Carlos Sasai) parece que vai convocá isso aí.
VLADIMIR: E aí nos vamo sentá pra conversar isso… porque eu também não tava sabendo… se daí então for conversá com o SALOMÃO… isso quando aí a gente conversa?
JOÃO BRAGA: Pois é, eu não conversei nada né e… com ele a respeito disso né. Como é que vai sê, que ele se habilitou. Pra mim foi uma surpresa lá, fiquei surpreendido, porque a programação não era essa.
VLADIMIR: Exatamente, até as coisas que eu aprontei eu passei inclusive tudo pro MANOEL
na sexta feira, pra terminar, o JEACOME tá lá terminando, o pessoal da Eleacre tá lá
terminando o planejamento das planta. Eu até to fazendo um cronograma de infra pra entregar pra eles tudo.
JOÃO BRAGA: No meu entendimento, vai permanecer tudo junto. Agora, como junto? que vai receber um dinheiro por lá, e outro por aqui, eu não sei. E aí eu não sei como é que vai ser agora. Tem que sentá e conversá realmente.
VLADIMIR: E tem que sentá logo né, porque tem que correr com os trabalho né. Agora tem que entregar essas coisas tudo, né.
JOÃO BRAGA: É tem que entregá tudo, entregá tudo. A gente agora tem que corre com isso que é pra entregá tudo né.
VLADIMIR: Então vamo vê. Se não tivé reunião com a turma, vamo fazê uma reunião a gente já, amanhã, então.
JOÃO BRAGA: É, mas deve ter essa reunião sim, o CARLOS SASAI qué… diz que ia convocá porque o Adriano está viajando.
VLADIMIR: É, depois da do CARLOS a gente pode sentá pra conversá, amanhã… já vai todo mundo pra lá, a gente senta e bate um papo lá amanhã né.
JOÃO BRAGA: É pode ser. Ou durante o dia a gente vê como se faz..bora vê..
VLADIMIR: A gente se fala amanhã de manhã então..
JOÃO BRAGA: Tá bem..
VLADIMIR: ..(inaudível)…fui pego de surpresa.. agora.. vamos ver também.. vamos ver qual a intenção dele então amanhã..um abraço..
JOÃO BRAGA: Outro..
VLADIMIR: Tchau.. tchau..

Veja a lista dos presos:
Carlos Sasai – Empresário, presidente da Federação das Industrias do Estado do Acre
João Francisco Salomão – Empresário, ex-presidente da Federação das Industrias do Estado do Acre
Carlos Afonso Cipriano – Empresário da Construção Civil
Assurbanipal Mesquita – Diretor de Desenvolvimento Urbano da prefeitura de Rio Branco
Jose Adriano – Empresário, proprietário da Mav Construções
Marcelo Chance de Nees – Servidor público
Sergio Nakamura – Ex-diretor do Deracre e empresário da construção Civil
Vladimir Câmara Thomas – Empresário da construção civil
Gildo Cesar Rocha – Diretor do Depasa, amigo pessoa do governador Sebastião Viana
Wolvenar Camargo – Secretário de Obras do Estado
Aurélio Cruz – Ex-secretário de Habitação do Acre
João Braga filho – Empresário
Narciso Mendes Filho – Empresário da construção civil
Tshuyoshi Murata – Empresário da Construção civil
Thiago Paiva – Diretor de Analise Clínicas da Secretaria Estadual de Saúde
FORTE.ac24horas.com

PF intercepta ligação do governador Sebastião Viana para empresário envolvido na Operação G-7


SALOMÃO MATOS
para ac24horas
Rio Branco-Acre
Documentos da Policia Federal sobre as investigações que culminaram com a Operação G-7, mostram que o governador do Acre, Sebastião Viana (PT) não só sabia da existência de um cartel na construção civil como intermediou linhas de créditos para capital de giro para as empresas administradas por envolvidos no escândalo de direcionamento das licitações públicas no Acre.
No dia 12 de janeiro deste ano, às 8:56 da manhã, o governador Sebastião Viana, que encontrava-se de férias em Sergipe, liga para Francisco Salomão e informa-lhe que “haveria a possibilidade do Banco do Estado de Sergipe emprestar dinheiro sem as garantias da obra, e sem as amarras do Banco do Brasil, do BASA e da CAIXA. O Governador diz que fará a mediação entre Salomão, Sasai e Leandro (FECOMÉRCIO), o Secretário da Fazenda e o presidente do banco, e que tal operação se dará via Federação das Indústrias (FIEAC), com a Secretaria da Fazenda atestando os contratos, juntamente com a Secretaria de Planejamento e a de Obras”.
Feliz com a boa notícia, Salomão informa ao governadorque o capital de giro iria dar outro ritmo às obras. Posteriormente, Salomão conversa com Carlos Afonso acerca deste assunto, diz que precisaria de uma reunião com Mâncio (Secretário da Fazenda) e Sasai (FIEAC).
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TRANSCRIÇÃO:
GOVERNADOR: SALOMÃO, tudo bem?
SALOMÃO: Bom dia governador, tudo bem?
GOVERNADOR: Tudo bem.Tudo bem? Como é que estão as coisas aí?
SALOMÃO: Tá(sic) bem.
GOVERNADOR: Eu tô(sic) de folga, tirei… treze dias de folga tô(sic) voltando quarta, aí tô(sic) em Sergipe, estava conversando com o governador aqui, eles tem uma coisa muito interessante que é o banco do Estado deles…
SALOMÃO: Hã.
GOVERNADOR: Eles emprestam dinheiro como a gente queria sem a garantia da obra sem necessitar daquelas amarras do Banco do Brasil, do Basa e da Caixa, lembra? Que a gente vinha tratando?
SALOMÃO: Lembro…pô governador se o senhor consegui, o senhor dá outro ritmo…
GOVERNADOR: Então, eu já falei com o secretário da fazenda aqui e aí, eu…segunda-feira, eu quero que você, o SASAI, aí é… e o LEANDRO conversem com… vão com o MANCIO que aí ele vai ligar pra ele eu já foi fazer a mediação dos dois…pra vocês virem aqui pra tratar da operação de crédito com ele, o secretário da fazenda e a presidente do banco, pra ver quais são…qual modelo, mas via federação das indústrias, né? Mediando tudo, indicando, pode ser?
SALOMÃO: Pode…
GOVERNADOR: Com a secretaria da fazenda atestando os contratos tudo (inaudível) planejamento….de obra.
SALOMÃO: Governador se o senhor vai… o senhor fazer(sic)…. se o pessoal não tá com carteira de obra e sem capital de giro, eu sei por que eu passei por …. de todo mundo.
GOVERNADOR: É, então, exatamente…
SALOMÃO: Aí vai dar outro ritmo a essas obras, capacidade os caras têm, mas… sem capital…
GOVERNADOR: Então, tu fala com SASAI e com LEANDRO que aí segunda-feira eu vou programar pra vocês sentarem juntos com MÂNCIO e o TINEL pra irem ver isso, tá(sic) bem?
SALOMÃO: Tá ótimo, muito obrigado.
GOVERNADOR: Aí eu ponho vocês na linha, vai dar certo aí, eles já estão fazendo aqui muito bem.
SALOMÃO: Tá e qualquer coisa aí, eu sou muito amigo aí do presidente o EDUARDO…
GOVERNADOR: Exatamente, tudo já pode ir falando com ele se quiser, mas já está bem encaminhado, tá?
SALOMÃO: Eu falo com o presidente da federação, governador… sou muito amigo do EDUARDO aí, se você quiser alguma coisa aí que…
GOVERNADOR: Não aqui tá uma maravilha, estou adorando Sergipe, lugar lindo. Agora me diz uma coisa. E o Into, tá(sic) indo bem?
SALOMÃO: Tá(sic) indo bem, apesar de tá(sic) chovendo demais, mas tá(sic) avançando…inclusive até hoje, já pode vir pra cá vindo de lá, né?
GOVERNADOR: Eu… segunda-feira, quarta-feira, quinta-feira nós vamos visitar…um abraço!
SALOMÃO: Outro, até mais!

Banese confirma que foi procurado por
comitiva do Acre, mas nega operação
Através da Assessoria de Comunicação, a Diretoria Executiva do Banese esclareceu que, em fevereiro deste ano foi procurado por uma comitiva formada por representantes do governo e dirigentes de entidades – a exemplo da Federação das Indústrias – do Acre, “ocasião em que fora exposta aos gestores do Banese dificuldades diversas que as empresas acreanas vencedoras de licitações de obras públicas possuíam em executar os contratos firmados por falta de capital de giro necessário ao início das mesmas obras”.
Segundo nota divulgada na noite deste domingo (12), por volta das 23:30 horas, “na mesma oportunidade, a administração do Banese, a título de mera ilustração, expôs aos visitantes as características da linha de crédito Credi Compras Governamentais, operacionalizada pelo banco sergipano, o que gerou interesse na comitiva acreana, porém, nenhuma operação dessa modalidade sequer foi estudada nem firmada com empresas acreanas ou de qualquer outro Estado da Federação”.
O Banese ainda esclareceu que todas as suas “linhas de crédito são modeladas com as garantias cabíveis e necessárias para cada espécie, e sempre com estrita obediência à legislação bancária e às normas estabelecidas pelos órgãos de fiscalização e controle, especialmente pelo Banco Central do Brasil”.
Nota na integra
Em função da citação de seu nome na mídia nacional por conta de fatos ocorridos no Estado do Acre e que estão sendo objeto de investigação policial, o Banco do Estado de Sergipe S/A – BANESE vem a público esclarecer que, em fevereiro deste ano foi procurado por uma comitiva formada por representantes do governo e dirigentes de entidades – a exemplo da Federação das Indústrias – daquele Estado, ocasião em que fora exposta aos gestores do BANESE dificuldades diversas que as empresas acreanas vencedoras de licitações de obras públicas possuíam em executar os contratos firmados por falta de capital de giro necessário ao início das mesmas obras.
Na mesma oportunidade, a administração do BANESE, a título de mera ilustração, expôs aos visitantes as características da linha de crédito Credi Compras Governamentais, operacionalizada pelo banco sergipano, o que gerou interesse na comitiva acreana, porém, nenhuma operação dessa modalidade sequer foi estudada muito menos firmada com empresas acreanas ou de qualquer outro Estado da Federação.
O BANESE ainda esclarece que todas as suas linhas de crédito são modeladas com as garantias cabíveis e necessárias para cada espécie, e sempre com estrita obediência à legislação bancária e às normas estabelecidas pelos órgãos de fiscalização e controle, especialmente pelo Banco Central do Brasil.
Atenciosamente,
A Diretoria Executiva
 FORTE.ac24horas.com

Homenagem Dia Das Mães da Igreja Deus é Amor

         Comemoração do dias das Mães na igreja Pentecostal Deus é Amor 2015











































                                                        Comemoração dia das Mães 2014



                        









                        

                        






                           




                                                 Comemoração dia das Mães 2013